Produto AEON · implementação em 12–16 semanas

Entenda como cada movimento do negócio forma rentabilidade e caixa.

Eu reconstruo o modelo financeiro da empresa e conecto cada número relevante aos indicadores, movimentos operacionais, regras, fontes e responsáveis que o explicam.

A entrega é um modelo vivo, um mapa ontológico e BIs automatizados — apoiando decisões hoje e preparados para aplicações futuras de IA.

MODELO VIVO / 01RESULTADO + CAIXARealizado · Plano · Projeção
01Vendareceita · margem · prazo
02Produçãocusto · eficiência · estoque
03Comprapreço · prazo · capital
04Recebimentocaixa · risco · tempo
ΣAs partes reconciliam com o todo
Cada movimento compreensível.Cada impacto financeiro rastreável.Cada indicador ligado a quem pode agir.

Making each business movement understandable, traceable to profitability and cash, and accountable.

Os números fecham.
Mas não explicam.

DRE, fluxo de caixa, orçamento, ERP e dashboards normalmente existem. O problema é que cada um representa a empresa por uma lógica diferente. Finanças enxerga totais. A operação enxerga eventos. Os indicadores mostram desvios isolados.

Quando a margem cai ou o caixa aperta, a discussão começa pela interpretação do número — e não pela decisão.

  • O lucro não explica sua conversão em caixa.
  • O indicador mostra o desvio, mas não seu impacto financeiro.
  • Produtos, clientes, pedidos e estoques não reconciliam com o total.

Reduzir o espaço das decisões possíveis.

O modelo não decide no lugar de quem responde pela escolha. Ele elimina cedo as alternativas que os números e a realidade operacional já demonstram não fazer sentido.

ANTES20 caminhos aparentemente possíveis
DEPOIS4 decisões que ainda merecem capital e atenção

A soma das pequenas partes explica o todo.

Cada camada explica a anterior e reconcilia novamente com o resultado total. O mapa formal dessas conexões é a ontologia do negócio — não um diagrama abstrato, mas a estrutura que mantém o modelo funcionando.

01

Resultado e caixa

DRE, balanço, fluxo de caixa, capital de giro e projeção formam a verdade financeira que o modelo precisa explicar.

Receita · Margem · EBITDA · Caixa · Capital empregado
02

Componentes financeiros

Cada parcela material do resultado é aberta e reconciliada, sem perder a ligação com o total.

Preço · Volume · Mix · Custos · Despesas · Prazos · Capex
03

Indicadores operacionais

Os drivers financeiros são ligados às medidas que mostram como a operação realmente se comportou.

Rendimento · Perdas · Eficiência · Lead time · DSO · DIO · DPO
04

Movimentos do negócio

A explicação chega aos objetos e eventos disponíveis nas fontes da empresa, no nível em que uma decisão pode mudar.

Venda · Nota fiscal · Cliente · SKU · Ordem · Lote · Compra · Título
05

Decisões e responsáveis

Cada indicador é ligado a quem pode influenciá-lo, às restrições existentes e às decisões economicamente plausíveis.

Evidência · Regra · Fonte · Cenário · Responsável · Efeito esperado

Profundidade onde a explicação muda uma decisão.

O modelo cobre toda a espinha financeira executiva. A operação é aprofundada no fluxo econômico mais relevante — normalmente venda, margem, capital de giro e caixa — até o nível necessário e viável.

01

Reconstruo o modelo financeiro

Crio uma visão única, histórica e projetada, de competência e caixa. Reconcilio as fontes oficiais e defino o menor nível de detalhe necessário e viável para decidir.

DRE gerencial · Caixa · Capital de giro · Real · Plano · Projeção
02

Desdobro a lógica financeira

Abro cada componente material em drivers, fórmulas, indicadores e explicações financeiras que voltam a fechar com o resultado total.

Árvore de valor · KPIs financeiros · Pontes de variação · Regras
03

Chego à operação

Conecto os drivers aos indicadores operacionais e aos movimentos reais que os produziram: produtos, clientes, pedidos, estoques, produção, compras e títulos.

Objetos · Eventos · Relações · Fontes · Responsáveis
04

Coloco o modelo para rodar

Integro o modelo financeiro, o mapa ontológico e os BIs automatizados. A explicação deixa de depender de uma análise pontual e passa a orientar decisões recorrentes.

Bases automatizadas · Modelo vivo · BIs · Atualização controlada
Não tento mapear toda a empresa com a mesma profundidade. Começo onde está o dinheiro e aprofundo onde uma explicação melhor pode eliminar decisões erradas e gerar valor.

A apresentação documenta.
A entrega é o modelo funcionando.

Um primeiro núcleo é construído em 12–16 semanas, condicionado à disponibilidade dos dados. O escopo permanece pequeno o suficiente para ser executado diretamente por mim e material o suficiente para justificar uma decisão relevante da empresa.

01

Modelo financeiro vivo

Competência e caixa, histórico e futuro, reconciliados na mesma lógica.

02

25–40 indicadores essenciais

Fórmula, fonte, frequência, granularidade, relação financeira e responsável.

03

Mapa ontológico integrado

O índice vivo de objetos, eventos, indicadores, regras, fontes e relações.

04

4–6 visões de BI automatizadas

Do resultado executivo ao movimento disponível na fonte, sem reconstruir a análise.

05

Filtro de decisão

Cenários, restrições, impacto financeiro, necessidade de caixa, prazo e confiança.

06

Atualização validada

Processo documentado, residual explicado e um ciclo completo executado com a equipe.

O grau de explicação também é medido.

  • Parcela do resultado e do caixa coberta pelo modelo
  • Residual não explicado ou dependente de rateio
  • Tempo gasto para explicar uma variação relevante
  • Alternativas eliminadas em decisões selecionadas

Uma venda não termina na margem.

Para cada venda ou nota fiscal, o modelo pode reconstruir o que aconteceu e projetar o que ainda acontecerá. A empresa deixa de enxergar apenas faturamento e margem contábil e passa a entender quanto caixa e valor cada movimento realmente gera — ou consome.

01Venda / NF
02Receita líquida
03Custos
04Margem
05Estoque e prazo
06Capital consumido
07Caixa e valor

Histórico e projetado · valores diretos, alocados e estimados identificados · regras reconciliadas

Complexidade suficiente para existir valor oculto. Estrutura suficiente para torná-lo visível.

O cliente ideal não está procurando um turnaround nem um novo ERP. Ele precisa transformar dados e conhecimento já existentes em uma explicação financeira única, recorrente e utilizável.

  • Empresa industrial, distribuidora ou B2B com operação complexa
  • ERP e dados existem, mas as explicações estão fragmentadas
  • Produtos, clientes, estoques e capital de giro são materiais
  • CEO, proprietário ou CFO possui uma pergunta financeira relevante
  • Controladoria e áreas operacionais podem validar as relações
RECORTE PADRÃOUma espinha financeira completa.Um fluxo econômico aprofundado.Três a cinco decisões prioritárias.

Expansões viram novos módulos. O projeto inicial não cresce silenciosamente até tentar mapear toda a empresa.

O produto resolve a primeira pergunta. A ontologia permite conectar e expandir a resposta.

O AEON Modelo Vivo de Resultado é a entrega contratável em 12–16 semanas: modelo financeiro, indicadores, mapa ontológico aplicado e BIs funcionando. A Metodologia AEON é a arquitetura que orienta essa construção e permite reutilizar as mesmas definições, relações, regras e evidências em novos módulos, decisões e aplicações de IA.

Entender a ontologia e o método TRACE
PRODUTO · ESCOPO CONTRATÁVELUm núcleo funcionando em 12–16 semanas

Modelo financeiro vivo · 25–40 KPIs · mapa ontológico aplicado · 4–6 BIs automatizados

METODOLOGIA · ARQUITETURA PROPRIETÁRIAUma estrutura para conectar e expandir

Objetos · eventos · conceitos · relações · regras · evidências · decisões · IA

Da diretriz do acionista a uma leitura rastreável de resultado e caixa.

Em uma indústria multinacional com receita anual superior a R$ 500 milhões, o ponto de partida foi uma demanda direta do CEO e proprietário, baseada em um conceito corporativo previamente definido. Como executivo sênior responsável pela área, materializei sua dimensão financeira e informacional e ampliei o nível de detalhe inicialmente previsto.

Desdobrei modelos de competência e caixa, históricos e projetados, até indicadores, fórmulas, fontes e movimentos comerciais, industriais, de supply e financeiros. O resultado conecta o detalhe disponível na empresa a modelos financeiros e BIs automatizados que continuam em funcionamento e evolução.

300+

indicadores estruturados, revisados e conectados

R$ 500 mi+

de receita anual na companhia analisada

Histórico + futuro

competência, caixa, modelos e BIs automatizados

Profundidade financeira aplicada a problemas reais.

Casos que mostram a continuidade entre compreender um mercado, modelar a economia de uma decisão e construir os instrumentos necessários para que a resposta seja utilizada.

01Infraestrutura portuária
R$ 380 mi+

Valor econômico estimado em um ano

Estudos de mercado, avaliação econômico-financeira e apoio a quatro processos competitivos que levaram à implementação de três terminais de combustíveis no maior terminal de contêineres da América Latina. Estimativa baseada no valor presente do EBITDA projetado e no múltiplo aplicável.

02Projeto internacional · Japão
Ásia

Estratégia aplicada em contexto multinacional

Projeto para a Sumitomo Corporation no Japão, dentro de uma trajetória que reúne dezenas de projetos no Brasil e no exterior em estratégia, estudos de mercado, finanças corporativas, M&A, planejamento e investimentos.

03Indústria multinacional
300+

Indicadores ligados ao resultado e ao caixa

Estrutura financeira e informacional construída diretamente para uma empresa com receita anual superior a R$ 500 milhões, conectando definições, fórmulas, fontes, modelos financeiros, BIs e movimentos do negócio.

Gabriel Slemer, fundador da AEON Ontologia
Gabriel SlemerSão Paulo, Brasil

20 anos transformando perguntas executivas em modelos verificáveis.

Sou Gabriel Slemer. Atuei em empresas brasileiras e grandes multinacionais, em posições executivas e de consultoria, além de dezenas de projetos no Brasil e no exterior. Minha trajetória atravessa estratégia, inteligência de mercado, finanças corporativas, M&A, planejamento, investimentos e implementação técnica.

O elemento comum sempre foi transformar problemas pouco estruturados em modelos capazes de explicar, quantificar e orientar decisões. Consigo acompanhar uma pergunta da liderança até as definições, fontes, regras, cálculos, bases e ferramentas que sustentam uma resposta — chegando às pequenas partes sem perder o entendimento do todo.

Na AEON, eu pessoalmente reconstruo a lógica financeira, desenho os indicadores, estruturo o mapa ontológico e coloco os BIs para funcionar. Quando outras especialidades são necessárias, integro suas contribuições sem transferir a coerência central da solução.

Você contrata quem entende o problema e quem constrói a solução.

Uma carreira construída entre negócio, finanças e implementação.

Experiência como especialista em inteligência de mercado e finanças corporativas, consultor de estratégia, sócio de consultoria e executivo sênior em indústria. Hoje, essa combinação converge na ontologia financeira de negócios da AEON.

01

Inteligência de mercado

Leitura de mercados, demanda, concorrência, preços e oportunidades para transformar informação dispersa em hipóteses quantificáveis.

02

Finanças corporativas

Modelos financeiros, valuation, EBITDA, caixa, capital de giro, CAPEX, cenários e avaliação de investimentos.

03

Estratégia e transações

M&A, planejamento, novos negócios, estudos de mercado, processos competitivos e decisões de alocação de capital.

04

Implementação técnica

Indicadores, regras de cálculo, SQL, bases estruturadas, modelos de otimização e BIs que colocam a lógica para funcionar.

01
Midea CarrierInteligência de mercado
02
PDG RealtyFinanças corporativas
03
Telefônica VivoEstratégia empresarial
04
RGF & AssociadosSócio
05
Indústria multinacionalExecutivo sênior responsável pela área
06
AEON OntologiaFundador e consultor principal
Projetos e empresas selecionadas
Sumitomo CorporationSantos BrasilTelefônica VivoMidea CarrierPDG RealtyRGF & Associados

Qual número da sua empresa ainda não possui uma explicação confiável?

Na primeira conversa, definimos a pergunta financeira central, o fluxo de maior valor e as informações necessárias para construir o primeiro modelo vivo.

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