AEONONTOLOGIAENFalar com Gabriel Produto AEON · implementação em 12–16 semanas
Entenda como cada movimento do negócio forma rentabilidade e caixa.
Eu reconstruo o modelo financeiro da empresa e conecto cada número relevante aos indicadores, movimentos operacionais, regras, fontes e responsáveis que o explicam.
A entrega é um modelo vivo, um mapa ontológico e BIs automatizados — apoiando decisões hoje e preparados para aplicações futuras de IA.
Making each business movement understandable, traceable to profitability and cash, and accountable.
O problema
Os números fecham.
Mas não explicam.
DRE, fluxo de caixa, orçamento, ERP e dashboards normalmente existem. O problema é que cada um representa a empresa por uma lógica diferente. Finanças enxerga totais. A operação enxerga eventos. Os indicadores mostram desvios isolados.
Quando a margem cai ou o caixa aperta, a discussão começa pela interpretação do número — e não pela decisão.
- O lucro não explica sua conversão em caixa.
- O indicador mostra o desvio, mas não seu impacto financeiro.
- Produtos, clientes, pedidos e estoques não reconciliam com o total.
A função do planejamento
Reduzir o espaço das decisões possíveis.
O modelo não decide no lugar de quem responde pela escolha. Ele elimina cedo as alternativas que os números e a realidade operacional já demonstram não fazer sentido.
A lógica central
A soma das pequenas partes explica o todo.
Cada camada explica a anterior e reconcilia novamente com o resultado total. O mapa formal dessas conexões é a ontologia do negócio — não um diagrama abstrato, mas a estrutura que mantém o modelo funcionando.
Resultado e caixa
DRE, balanço, fluxo de caixa, capital de giro e projeção formam a verdade financeira que o modelo precisa explicar.
Componentes financeiros
Cada parcela material do resultado é aberta e reconciliada, sem perder a ligação com o total.
Indicadores operacionais
Os drivers financeiros são ligados às medidas que mostram como a operação realmente se comportou.
Movimentos do negócio
A explicação chega aos objetos e eventos disponíveis nas fontes da empresa, no nível em que uma decisão pode mudar.
Decisões e responsáveis
Cada indicador é ligado a quem pode influenciá-lo, às restrições existentes e às decisões economicamente plausíveis.
O que eu faço
Profundidade onde a explicação muda uma decisão.
O modelo cobre toda a espinha financeira executiva. A operação é aprofundada no fluxo econômico mais relevante — normalmente venda, margem, capital de giro e caixa — até o nível necessário e viável.
Reconstruo o modelo financeiro
Crio uma visão única, histórica e projetada, de competência e caixa. Reconcilio as fontes oficiais e defino o menor nível de detalhe necessário e viável para decidir.
DRE gerencial · Caixa · Capital de giro · Real · Plano · ProjeçãoDesdobro a lógica financeira
Abro cada componente material em drivers, fórmulas, indicadores e explicações financeiras que voltam a fechar com o resultado total.
Árvore de valor · KPIs financeiros · Pontes de variação · RegrasChego à operação
Conecto os drivers aos indicadores operacionais e aos movimentos reais que os produziram: produtos, clientes, pedidos, estoques, produção, compras e títulos.
Objetos · Eventos · Relações · Fontes · ResponsáveisColoco o modelo para rodar
Integro o modelo financeiro, o mapa ontológico e os BIs automatizados. A explicação deixa de depender de uma análise pontual e passa a orientar decisões recorrentes.
Bases automatizadas · Modelo vivo · BIs · Atualização controladaNão tento mapear toda a empresa com a mesma profundidade. Começo onde está o dinheiro e aprofundo onde uma explicação melhor pode eliminar decisões erradas e gerar valor.
AEON Modelo Vivo de Resultado
A apresentação documenta.
A entrega é o modelo funcionando.
Um primeiro núcleo é construído em 12–16 semanas, condicionado à disponibilidade dos dados. O escopo permanece pequeno o suficiente para ser executado diretamente por mim e material o suficiente para justificar uma decisão relevante da empresa.
Modelo financeiro vivo
Competência e caixa, histórico e futuro, reconciliados na mesma lógica.
25–40 indicadores essenciais
Fórmula, fonte, frequência, granularidade, relação financeira e responsável.
Mapa ontológico integrado
O índice vivo de objetos, eventos, indicadores, regras, fontes e relações.
4–6 visões de BI automatizadas
Do resultado executivo ao movimento disponível na fonte, sem reconstruir a análise.
Filtro de decisão
Cenários, restrições, impacto financeiro, necessidade de caixa, prazo e confiança.
Atualização validada
Processo documentado, residual explicado e um ciclo completo executado com a equipe.
Diagnóstico quantificado
O grau de explicação também é medido.
- Parcela do resultado e do caixa coberta pelo modelo
- Residual não explicado ou dependente de rateio
- Tempo gasto para explicar uma variação relevante
- Alternativas eliminadas em decisões selecionadas
Exemplo concreto · Venda ao caixa
Uma venda não termina na margem.
Para cada venda ou nota fiscal, o modelo pode reconstruir o que aconteceu e projetar o que ainda acontecerá. A empresa deixa de enxergar apenas faturamento e margem contábil e passa a entender quanto caixa e valor cada movimento realmente gera — ou consome.
Histórico e projetado · valores diretos, alocados e estimados identificados · regras reconciliadas
Onde gero mais valor
Complexidade suficiente para existir valor oculto. Estrutura suficiente para torná-lo visível.
O cliente ideal não está procurando um turnaround nem um novo ERP. Ele precisa transformar dados e conhecimento já existentes em uma explicação financeira única, recorrente e utilizável.
- Empresa industrial, distribuidora ou B2B com operação complexa
- ERP e dados existem, mas as explicações estão fragmentadas
- Produtos, clientes, estoques e capital de giro são materiais
- CEO, proprietário ou CFO possui uma pergunta financeira relevante
- Controladoria e áreas operacionais podem validar as relações
Expansões viram novos módulos. O projeto inicial não cresce silenciosamente até tentar mapear toda a empresa.
A metodologia por trás do produto
O produto resolve a primeira pergunta. A ontologia permite conectar e expandir a resposta.
O AEON Modelo Vivo de Resultado é a entrega contratável em 12–16 semanas: modelo financeiro, indicadores, mapa ontológico aplicado e BIs funcionando. A Metodologia AEON é a arquitetura que orienta essa construção e permite reutilizar as mesmas definições, relações, regras e evidências em novos módulos, decisões e aplicações de IA.
Entender a ontologia e o método TRACEModelo financeiro vivo · 25–40 KPIs · mapa ontológico aplicado · 4–6 BIs automatizados
Objetos · eventos · conceitos · relações · regras · evidências · decisões · IA
Caso em destaque · Indústria multinacional
Da diretriz do acionista a uma leitura rastreável de resultado e caixa.
Em uma indústria multinacional com receita anual superior a R$ 500 milhões, o ponto de partida foi uma demanda direta do CEO e proprietário, baseada em um conceito corporativo previamente definido. Como executivo sênior responsável pela área, materializei sua dimensão financeira e informacional e ampliei o nível de detalhe inicialmente previsto.
Desdobrei modelos de competência e caixa, históricos e projetados, até indicadores, fórmulas, fontes e movimentos comerciais, industriais, de supply e financeiros. O resultado conecta o detalhe disponível na empresa a modelos financeiros e BIs automatizados que continuam em funcionamento e evolução.
indicadores estruturados, revisados e conectados
de receita anual na companhia analisada
competência, caixa, modelos e BIs automatizados
Experiência selecionada
Profundidade financeira aplicada a problemas reais.
Casos que mostram a continuidade entre compreender um mercado, modelar a economia de uma decisão e construir os instrumentos necessários para que a resposta seja utilizada.
Valor econômico estimado em um ano
Estudos de mercado, avaliação econômico-financeira e apoio a quatro processos competitivos que levaram à implementação de três terminais de combustíveis no maior terminal de contêineres da América Latina. Estimativa baseada no valor presente do EBITDA projetado e no múltiplo aplicável.
Estratégia aplicada em contexto multinacional
Projeto para a Sumitomo Corporation no Japão, dentro de uma trajetória que reúne dezenas de projetos no Brasil e no exterior em estratégia, estudos de mercado, finanças corporativas, M&A, planejamento e investimentos.
Indicadores ligados ao resultado e ao caixa
Estrutura financeira e informacional construída diretamente para uma empresa com receita anual superior a R$ 500 milhões, conectando definições, fórmulas, fontes, modelos financeiros, BIs e movimentos do negócio.

Trajetória · Execução direta
20 anos transformando perguntas executivas em modelos verificáveis.
Sou Gabriel Slemer. Atuei em empresas brasileiras e grandes multinacionais, em posições executivas e de consultoria, além de dezenas de projetos no Brasil e no exterior. Minha trajetória atravessa estratégia, inteligência de mercado, finanças corporativas, M&A, planejamento, investimentos e implementação técnica.
O elemento comum sempre foi transformar problemas pouco estruturados em modelos capazes de explicar, quantificar e orientar decisões. Consigo acompanhar uma pergunta da liderança até as definições, fontes, regras, cálculos, bases e ferramentas que sustentam uma resposta — chegando às pequenas partes sem perder o entendimento do todo.
Na AEON, eu pessoalmente reconstruo a lógica financeira, desenho os indicadores, estruturo o mapa ontológico e coloco os BIs para funcionar. Quando outras especialidades são necessárias, integro suas contribuições sem transferir a coerência central da solução.
Você contrata quem entende o problema e quem constrói a solução.
Currículo aplicado ao produto
Uma carreira construída entre negócio, finanças e implementação.
Experiência como especialista em inteligência de mercado e finanças corporativas, consultor de estratégia, sócio de consultoria e executivo sênior em indústria. Hoje, essa combinação converge na ontologia financeira de negócios da AEON.
Inteligência de mercado
Leitura de mercados, demanda, concorrência, preços e oportunidades para transformar informação dispersa em hipóteses quantificáveis.
Finanças corporativas
Modelos financeiros, valuation, EBITDA, caixa, capital de giro, CAPEX, cenários e avaliação de investimentos.
Estratégia e transações
M&A, planejamento, novos negócios, estudos de mercado, processos competitivos e decisões de alocação de capital.
Implementação técnica
Indicadores, regras de cálculo, SQL, bases estruturadas, modelos de otimização e BIs que colocam a lógica para funcionar.
Comece por uma pergunta material
Qual número da sua empresa ainda não possui uma explicação confiável?
Na primeira conversa, definimos a pergunta financeira central, o fluxo de maior valor e as informações necessárias para construir o primeiro modelo vivo.
Conversar diretamente com Gabriel