Modelo financeiro vivo + ontologia de negócio

Cada movimento explicado em resultado, caixa e capital.

Reconstruo o modelo financeiro histórico e projetado, conecto cada número aos objetos que o produziram e coloco essa explicação para rodar — em indústrias e empresas de serviços.

A entrega é um modelo vivo, um mapa ontológico e BIs automatizados — apoiando decisões hoje e preparados para aplicações futuras de IA.

MODELO VIVO / 01RESULTADO + CAIXA + CAPITALRealizado · Plano · Projeção
01Demandapedido ou contrato · preço · prazo
02Entregaprodução ou serviço · custo · capacidade
03Financiamentoestoque ou horas · dívida · antecipação
04Recebimentocaixa · risco · custo financeiro
ΣAs partes reconciliam com DRE, balanço e caixa
Cada movimento compreensível.Cada impacto financeiro rastreável.Cada indicador ligado a quem pode agir.

Making each business movement understandable, traceable to profitability and cash, and accountable.

Os números fecham.
Mas não explicam.

DRE, fluxo de caixa, orçamento, ERP e dashboards normalmente existem. O problema é que cada um representa a empresa por uma lógica diferente. Finanças enxerga totais. A operação enxerga eventos. Os indicadores mostram desvios isolados.

Quando a margem cai ou o caixa aperta, a discussão começa pela interpretação do número — e não pela decisão.

  • O lucro não explica sua conversão em caixa.
  • O indicador mostra o desvio, mas não seu impacto financeiro.
  • Produtos, contratos, projetos, horas e títulos não reconciliam com o total.
  • Dívida e antecipação podem aliviar o caixa sem revelar o desequilíbrio que as tornou necessárias.

Reduzir o espaço das decisões possíveis.

O modelo não decide no lugar de quem responde pela escolha. Ele elimina cedo as alternativas que os números e a realidade operacional já demonstram não fazer sentido.

ANTES20 caminhos aparentemente possíveis
DEPOIS4 decisões que ainda merecem capital e atenção

A soma das pequenas partes explica o todo.

Cada camada explica a anterior e reconcilia novamente com o resultado total. O mapa formal dessas conexões é a ontologia do negócio — não um diagrama abstrato, mas a estrutura que mantém o modelo funcionando.

01

Resultado e caixa

DRE, balanço, fluxo de caixa, capital de giro, dívida e projeção formam a verdade financeira que o modelo precisa explicar.

Receita · Margem · EBITDA · Caixa · Dívida · Capital empregado
02

Componentes financeiros

Cada parcela material do resultado é aberta e reconciliada, sem perder a ligação com o total.

Preço · Volume · Mix · Custos · Despesas · Prazos · Juros · Capex
03

Indicadores operacionais

Os drivers financeiros são ligados às medidas que mostram como a operação realmente se comportou.

Rendimento · Utilização · Backlog · Lead time · DSO · DIO · DPO
04

Movimentos do negócio

A explicação chega aos objetos e eventos disponíveis nas fontes da empresa, no nível em que uma decisão pode mudar.

NF · SKU · Ordem · Contrato · Projeto · Hora · Título · Operação de dívida
05

Decisões e responsáveis

Cada indicador é ligado a quem pode influenciá-lo, às restrições existentes e às decisões economicamente plausíveis.

Evidência · Regra · Fonte · Cenário · Responsável · Efeito esperado

Profundidade onde a explicação muda uma decisão.

O modelo cobre toda a espinha financeira executiva. A operação é aprofundada no fluxo econômico mais relevante — normalmente venda, margem, capital de giro e caixa — até o nível necessário e viável.

01

Reconstruo o modelo financeiro

Crio uma visão única, histórica e projetada, que reconcilia DRE, balanço e caixa. Incluo capital de giro, dívida, amortizações, juros e antecipações no nível necessário e viável para decidir.

Competência · Caixa · Balanço · Dívida · Real · Plano · Projeção
02

Desdobro a lógica financeira

Abro cada componente material em drivers, fórmulas e indicadores. Separo contribuição operacional, conversão em caixa e custo de funding — e faço as partes voltarem a fechar com o total.

Árvore de valor · Margem · CCC · Custo financeiro · Liquidez · Regras
03

Chego à operação

Conecto os drivers aos movimentos reais que os produziram. Na indústria: produtos, ordens, lotes, estoques e compras. Em serviços: contratos, projetos, entregas, horas, faturamento e recebíveis.

Objetos · Eventos · Relações · Fontes · Responsáveis
04

Coloco o modelo para rodar

Integro o modelo financeiro, o mapa ontológico e os BIs automatizados. A explicação deixa de depender de uma análise pontual e passa a orientar decisões recorrentes.

Bases automatizadas · Modelo vivo · BIs · Atualização controlada
Não tento mapear toda a empresa com a mesma profundidade. Começo onde está o dinheiro e aprofundo onde uma explicação melhor pode eliminar decisões erradas e gerar valor.

A apresentação documenta.
A entrega é o modelo funcionando.

Um primeiro núcleo é construído em 12–16 semanas, condicionado à disponibilidade dos dados. O escopo permanece pequeno o suficiente para ser executado diretamente por mim e material o suficiente para justificar uma decisão relevante da empresa.

01

Modelo financeiro vivo

Competência, balanço, caixa e dívida, históricos e futuros, reconciliados na mesma lógica.

02

25–40 indicadores essenciais

Fórmula, fonte, frequência, granularidade, relação financeira e responsável.

03

Mapa ontológico integrado

O índice vivo de objetos, eventos, indicadores, regras, fontes e relações.

04

4–6 visões de BI automatizadas

Resultado, caixa, capital de giro ou dívida até o movimento disponível na fonte.

05

Filtro de decisão

Cenários, restrições, impacto financeiro, necessidade de caixa, prazo e confiança.

06

Atualização validada

Processo documentado, residual explicado e um ciclo completo executado com a equipe.

O grau de explicação também é medido.

  • Parcela do resultado e do caixa coberta pelo modelo
  • Residual não explicado ou dependente de rateio
  • Tempo gasto para explicar uma variação relevante
  • Alternativas eliminadas em decisões selecionadas

A lógica financeira é a mesma.
Os objetos mudam.

Toda empresa transforma demanda em entrega, entrega em faturamento e faturamento em caixa. A AEON modela o que muda entre os setores sem perder a reconciliação entre contribuição operacional, capital e caixa.

INDÚSTRIA

Da venda e da produção ao caixa

A margem é reconstruída por produto, cliente ou nota e ligada ao consumo de materiais, capacidade, estoque, prazo e capital.

01Venda / NF
02Receita líquida
03Materiais + conversão
04Margem
05Estoque + prazo
06Capital consumido
07Caixa + valor

OBJETOS RASTREADOSSKU · cliente · ordem · lote · máquina · fornecedor · estoque · título

SERVIÇOS

Do contrato e da entrega ao caixa

A rentabilidade é reconstruída por contrato, projeto ou cliente e ligada a horas, terceiros, capacidade, medição, faturamento e prazo.

01Contrato / projeto
02Receita reconhecida
03Horas + terceiros
04Margem
05Medição + prazo
06Capital consumido
07Caixa + valor

OBJETOS RASTREADOScliente · contrato · projeto · equipe · hora · entrega · fatura · recebível

CAMADA COMUMContribuição operacional → conversão em caixa → necessidade de capital → custo de funding → valor econômico

Histórico e projetado · valores diretos, alocados e estimados identificados · regras reconciliadas

Lucro não paga dívida.
Caixa no tempo certo, sim.

Prazo e funding fazem parte da economia de cada venda ou contrato. O modelo liga dívida, amortização, juros, garantia, título e antecipação ao movimento que criou a necessidade de caixa — sem confundir liquidez imediata com rentabilidade ou criação de valor.

01Contribuição operacional
02Capital de giro
03Dívida / antecipação
04Custo financeiro
05Caixa líquido
01

Dívida e vencimentos

Saldo, amortização, carência, indexador, garantias e concentração mostram quando a dívida financia o ciclo — e quando cria risco de liquidez ou refinanciamento.

02

Antecipação de recebíveis

Deságio nominal não basta. O modelo compara prazo, tarifas, tributos, coobrigação e custo efetivo da antecipação com a margem e o caixa que ela pretende financiar.

03

Capital de giro

Estoque, contas a receber, contas a pagar, medições e faturamento são conectados ao caixa para localizar a necessidade estrutural ou pontual de recursos.

04

Escolha de funding

Prazo de fornecedor, linha bancária, antecipação, alongamento ou recursos próprios são comparados pelo custo total, efeito no caixa, risco e flexibilidade.

Complexidade suficiente para existir valor oculto. Estrutura suficiente para torná-lo visível.

O cliente ideal não está procurando um turnaround nem um novo ERP. Ele precisa transformar dados e conhecimento já existentes em uma explicação financeira única, recorrente e utilizável — seja por produto, pedido e estoque, seja por contrato, projeto, equipe e faturamento.

  • Empresa industrial, distribuidora ou de serviços B2B com operação complexa
  • ERP e dados existem, mas as explicações estão fragmentadas
  • Produtos, contratos, projetos, clientes ou capital de giro são materiais
  • CEO, proprietário ou CFO possui uma pergunta financeira relevante
  • Controladoria e áreas operacionais podem validar as relações
RECORTE PADRÃOUma espinha financeira completa.Um fluxo econômico aprofundado.Três a cinco decisões prioritárias.

Expansões viram novos módulos. O projeto inicial não cresce silenciosamente até tentar mapear toda a empresa.

Da diretriz do acionista a uma leitura rastreável de resultado e caixa.

Em uma indústria multinacional com receita anual superior a R$ 500 milhões, o ponto de partida foi uma demanda direta do CEO e proprietário, baseada em um conceito corporativo previamente definido. Como executivo sênior responsável pela área, materializei sua dimensão financeira e informacional e ampliei o nível de detalhe inicialmente previsto.

Desdobrei modelos de competência e caixa, históricos e projetados, até indicadores, fórmulas, fontes e movimentos comerciais, industriais, de supply e financeiros. O resultado conecta o detalhe disponível na empresa a modelos financeiros e BIs automatizados que continuam em funcionamento e evolução.

300+

indicadores estruturados, revisados e conectados

R$ 500 mi+

de receita anual na companhia analisada

Histórico + futuro

competência, caixa, modelos e BIs automatizados

Profundidade financeira aplicada a problemas reais.

Casos que mostram a continuidade entre compreender um mercado, modelar a economia de uma decisão e construir os instrumentos necessários para que a resposta seja utilizada.

01Infraestrutura portuária
R$ 380 mi+

Valor econômico estimado em um ano

Estudos de mercado, avaliação econômico-financeira e apoio a quatro processos competitivos que levaram à implementação de três terminais de combustíveis no maior terminal de contêineres da América Latina. Estimativa baseada no valor presente do EBITDA projetado e no múltiplo aplicável.

02Projeto internacional · Japão
Ásia

Estratégia aplicada em contexto multinacional

Projeto para a Sumitomo Corporation no Japão, dentro de uma trajetória que reúne dezenas de projetos no Brasil e no exterior em estratégia, estudos de mercado, finanças corporativas, M&A, planejamento e investimentos.

03Indústria multinacional
300+

Indicadores ligados ao resultado e ao caixa

Estrutura financeira e informacional construída diretamente para uma empresa com receita anual superior a R$ 500 milhões, conectando definições, fórmulas, fontes, modelos financeiros, BIs e movimentos do negócio.

Gabriel Slemer, fundador da AEON Ontologia
Gabriel SlemerSão Paulo, Brasil

20 anos transformando perguntas executivas em modelos verificáveis.

Sou Gabriel Slemer. Atuei em empresas brasileiras e grandes multinacionais, em posições executivas e de consultoria, além de dezenas de projetos no Brasil e no exterior. Minha trajetória atravessa estratégia, inteligência de mercado, finanças corporativas, M&A, planejamento, investimentos e implementação técnica.

O elemento comum sempre foi transformar problemas pouco estruturados em modelos capazes de explicar, quantificar e orientar decisões. Consigo acompanhar uma pergunta da liderança até as definições, fontes, regras, cálculos, bases e ferramentas que sustentam uma resposta — chegando às pequenas partes sem perder o entendimento do todo.

Na AEON, eu pessoalmente reconstruo a lógica financeira, desenho os indicadores, estruturo o mapa ontológico e coloco os BIs para funcionar. Quando outras especialidades são necessárias, integro suas contribuições sem transferir a coerência central da solução.

Você contrata quem entende o problema e quem constrói a solução.

Uma carreira construída entre negócio, finanças e implementação.

Experiência como especialista em inteligência de mercado e finanças corporativas, consultor de estratégia, sócio de consultoria e executivo sênior em indústria. Hoje, essa combinação converge na ontologia financeira de negócios da AEON.

01

Inteligência de mercado

Leitura de mercados, demanda, concorrência, preços e oportunidades para transformar informação dispersa em hipóteses quantificáveis.

02

Finanças corporativas

Modelos financeiros, valuation, EBITDA, caixa, capital de giro, dívida, antecipação de recebíveis, custo efetivo, CAPEX e cenários de funding.

03

Estratégia e transações

M&A, planejamento, novos negócios, estudos de mercado, processos competitivos e decisões de alocação de capital.

04

Implementação técnica

Indicadores, regras de cálculo, SQL, bases estruturadas, modelos de otimização e BIs que colocam a lógica para funcionar.

01
Midea CarrierInteligência de mercado
02
PDG RealtyFinanças corporativas
03
Telefônica VivoEstratégia empresarial
04
RGF & AssociadosSócio
05
Indústria multinacionalExecutivo sênior responsável pela área
06
AEON OntologiaFundador e consultor principal
Projetos e empresas selecionadas
Sumitomo CorporationSantos BrasilTelefônica VivoMidea CarrierPDG RealtyRGF & Associados

A IA escala quando entende o negócio — e permanece sob controle quando a decisão continua humana.

Modelos de IA processam linguagem, encontram padrões e produzem respostas rapidamente. Mas não sabem, por si, o que torna uma venda válida, qual margem importa, que regra deve prevalecer, quanto capital uma alternativa consome ou quem possui autoridade para aprová-la.

A ontologia de negócio torna esse contexto explícito e reutilizável. Ela conecta objetos, relações, cálculos, fontes, períodos, restrições e pontos de autorização. Por isso, tende a se tornar uma das arquiteturas centrais para aplicações empresariais de IA que precisam gerar valor sem perder rastreabilidade e controle.

Sem ontologia, cada aplicação precisa reinterpretar a empresa. Com ontologia, pessoas, modelos e agentes utilizam a mesma lógica econômica.
01

Significado comum

Objetos, relações, fórmulas e períodos passam a ter uma definição reutilizável por pessoas, modelos e agentes.

02

Rastreabilidade verificável

Cada explicação pode retornar ao número, à fonte, à regra aplicada, ao cenário e ao movimento que produziu o efeito.

03

Escala com reuso

Novas aplicações utilizam a mesma lógica econômica em vez de reinterpretar a empresa a cada novo caso de uso.

04

Limites explícitos

Restrições, níveis de confiança e pontos de autorização definem onde a IA pode analisar, sugerir ou executar.

A decisão humana não limita a IA. Define onde ela pode criar valor com segurança.

A IA pode observar milhares de movimentos, percorrer relações, explicar variações, comparar cenários, identificar incoerências e reduzir o conjunto de alternativas possíveis. Pessoas definem objetivos, ponderam conflitos, aceitam riscos, autorizam o uso de capital e respondem pelas consequências.

Quanto maior a escala, mais importante se torna essa fronteira. A ontologia explicita o que a IA pode ler, inferir, sugerir ou executar — e quais decisões materiais exigem validação e autorização humanas.

IA ampliadetecção · comparação · explicação · simulação · priorização

Pessoas decidemobjetivo · conflito · risco · capital · responsabilidade

Ela não começa pela IA. Começa por uma verdade financeira que pode ser testada.

A metodologia já constrói os elementos que uma ontologia útil exige: objetos, eventos, relações, fórmulas, fontes, tempo, confiança, restrições e efeito econômico. Sua diferença é adicionar um teste objetivo que mapas genéricos normalmente não possuem: as pequenas partes precisam voltar a explicar o todo.

01

O todo precisa fechar

Competência, caixa, capital de giro e projeção criam uma referência reconciliada contra a qual cada relação pode ser testada.

02

Cada efeito chega ao movimento

Receita, custo, margem e capital são conectados a notas, produtos, estoques, contratos, projetos, horas, títulos e recebimentos.

03

A incerteza fica explícita

Fonte, período, granularidade, fórmula e valores diretos, alocados ou estimados permanecem identificados.

04

A análise retorna à decisão

Alternativas são comparadas por rentabilidade, caixa, capital, restrições e confiança, preservando a autoridade humana.

O resultado não é uma promessa de IA autônoma. É um contexto econômico verificável no qual a IA pode explicar, simular e recomendar em escala — sem perder o caminho até o número nem ultrapassar os limites da autoridade humana.

Qual número da sua empresa ainda não possui uma explicação confiável?

Na primeira conversa, definimos a pergunta financeira central, o fluxo de maior valor e as informações necessárias para construir o primeiro modelo vivo.

Conversar diretamente com Gabriel